6 de abr. de 2014

O que me importa?

     Someone asked me yesterday what makes me happy. Someone that knows  me somehow, someone that cares. Someone that didn’t give up on me yet. When I hesitated, he asked me if writing makes me happy. I told him I just didn’t know anymore since I couldn’t write anymore. How it happened, I don’t know… I just couldn’t do it. If I open a book to write, I would just get stuck on the first paragraph and when re-reading it, I would realized nothing made sense at all.
     He told me to just write. Sit down and write. Write my feelings, my fears… Just let it out. It always helped me by the way. I could always find my safe place on a pen and a paper.
     I should start by my feelings. Even though I don’t have them figured out yet, I should tell you how I feel. I feel like a mess. I try my best to pull myself up, but I keep falling back down. I just don’t wanna do any of this anymore. I just wish I was able to quit everything, like I did to my job. I feel lonely. I feel like I cant fit it anywhere.  I feel like Im not needed anywhere.
     I feel like a loser. Like an extra in the world. When it gets to a point that your boyfriend avoids you not to spend time with you and you are just so tired of everyone. You don’t trust your friends, your family judges every wrong move you make (but of course, you haven’t been done a right move for a very long time, have you?), you don’t even trust yourself anymore. Its over. Youre scared and you pulled everyone away from you. You are done.

      But in the end of the night, I had wrote five paragraphs. Five honest paragraphs. And when I read them back, they make sense. I just wrote how I feel and that’s amazing. Good night, Julia.

22 de jan. de 2014

Mães.



Mães. Quando somos jovens, acreditamos que nossas mães são simplesmente mulheres loucas que querem consertar seus erros em nós e arrumar um jeito para que façamos não o que queremos, mas o que elas querem. Como se não fossem suficientes os nossos choros de madrugada e a nossa necessidade de colo e de tê-las por perto vinte quatro horas por dia enquanto somos bebês, arrumamos um jeito de infernizar suas vidas quando somos adolescentes. "Não mãe, você não esta certa, nós nos amamos e ele é o homem da minha vida." ou "Não mãe, voce tem que me aceitar com piercings e cabelo roxo."
Com o passar dos anos, depois de muitas quedas, percebemos uma coisa: Mamãe estava certa! Não que se deva evitar os erros, que nos constroem no fim das contas. Mas quando se cresce, se percebe que mãe não é uma psicopata louca querendo controlar a sua vida, percebe-se que mãe é aquela pessoa que te ama tão incondicionalmente que não consegue ficar calada ao ver você se machucar.
Engraçado como o tempo consegue mudar a mentalidade das pessoas. Engraçado como o tempo e o amadurecento fazem com que os olhos se abram e façam com que você enxergue uma realidade não vista antes. O tempo faz com que você entenda que ninguem é perfeito e que se ela não aparou suas asas, não foi para que você não voasse, mas sim, para que você aprendesse a levitar antes de saltar em vôo livre.
Mães podem sufocar as vezes. Mães podem fazer você se sentir pressionada, controlada. Mas com os anos você descobre que a unica razao é a que amor de verdade não deixa a pessoa amada se machucar. Amor de verdade é tão profundo que se doer, dói em dois.
Amor de verdade é forte, concreto e intenso.
Isso é para todas as mães que entendem o amor por seus filhos e para todos os filhos que não entendem o amor de suas mães.
Mães não são loucas psicopatas controladoras. Mães só amam demais. E de verdade.